20 de setembro de 2010

E foram felizes para sempre (?)...



 



Namorados

O rapaz chegou-se para junto da moça e disse:
— Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com a sua cara.

A moça olhou de lado e esperou.

— Você não sabe quando a gente é criança e de repente vê uma lagarta
listada?

A moça se lembrava:
— A gente fica olhando...

A meninice brincou de novo nos olhos dela.

O rapaz prosseguiu com muita doçura:

— Antônia, você parece uma lagarta listada.

A moça arregalou os olhos, fez exclamações.

O rapaz concluiu:

— Antônia, você é engraçada! Você parece louca.

(Manuel Bandeira) 

***Sobre a imagem (feita por mim, num dia muito divertido passeando pela livraria do Praia Shopping com duas amigas queridas): poema do escritor Sérgio Roveri, que consta no livro Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século

8 de setembro de 2010

Enquanto isso, na aula de metodologia...




Enquanto assistia a aula de metodologia da pesquisa em literatura comparada e os professores comentavam a respeito da pesquisa profunfa e exaustiva que devemos fazer do nosso objeto de estudo, o texto literário, fui acometida por uma ideia fortuita (redundâncias à parte)que me fez pensar numa comparação inusitadíssima:
a figura do pesquisador de literatura tem a ver com os investigadores forenses do CSI, por exemplo. Vou justificar:

21 dias com Elizabeth Elliot: Nada é meu (19)

 "If we hold tightly to anything given to us unwilling to allow it to be used as the Giver means it to be used we stunt the growth of...

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