5 de junho de 2012

Assassinei o "Soneto de Fidelidade". Perdão, Vinícius de Moraes...




SONETO DA REVISÃO TEXTUAL

De tudo ao texto dos outros serei atenta.
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto 
Que mesmo em face ao maior erro
não terei desencanto, ainda que dê risada do meu sofrimento.

Quero lê-lo em cada vão momento
E em seu lapidar espalhar minha revisão
E rir seu riso e derramar seu pranto
Ao seu pontuar ou seu descabimento.

E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe o autor, angústia de quem revisa
Quem sabe a reescrita, fim de quem revisa

Eu possa me dizer dos textos (que li):
Que não seja imortal, posto que é "cilada, Bino!"
Mas que seja infinito enquanto corrigido.

21 dias com Elizabeth Elliot: Nada é meu (19)

 "If we hold tightly to anything given to us unwilling to allow it to be used as the Giver means it to be used we stunt the growth of...

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