17 de setembro de 2011

Do dente de leão...

 Achei que criar raízes seria só no chão... Mas descobri que se criam raízes também no coração. (JL Vargas)




O dente de leão é uma planta incomum. Não, não vou me deter a descrevê-lo sob a ótica da botânica, biologia ou seja lá qual for a ciência que abarque o seu estudo. Quero poetizá-lo na sua liberdade, singeleza e determinação; pela sua capacidade de fazer vínculos sem fincar raízes, mas paradoxalmente deixando vestígios pelo caminho.

Há pessoas dente de leão. Sua presença surpreende, é trazida por um vento que não se sabe de onde veio e nunca sabemos para onde vai. Elas são (in)comuns, imprevisíveis e encantadoras pelo mistério que as envolve. Não se sabe que critérios ela utiliza para escolher de quem ficará perto-longe. Não saber, não entender suas idas e vindas, nunca vai torná-la menos interessante, pelo contrário. 

Certa tarde, abri minha janela e o vento da tarde me trouxe um. Eu sorri pra ele e depois daquele dia eu nunca mais fui a mesma, pois percebi que não é possível encontrar um dente de leão; ele vai ao seu encontro.


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11 de setembro de 2011

21 dias com Elizabeth Elliot: Nada é meu (19)

 "If we hold tightly to anything given to us unwilling to allow it to be used as the Giver means it to be used we stunt the growth of...

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