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Mostrando postagens com o rótulo Língua Portuguesa

Sons de Ferrugem & Ecos de Borboleta - resenha divertida

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14 razões para ler Sons de Ferrugem & Ecos de Borboleta , da Mima Pumpkin . Sim, 14, porque é o dobro do número da perfeição. 1-Você certamente fará uma escritora brasileira radicada na Alemanha explodir de alegria por realizar o seu sonho. 2-Se te flagram lendo literatura para adolescentes você fala que está fazendo uma análise teórico-crítico-literária tomando como base a teoria da recepção. 3-O livro é muito legal, eu li numa sentada enquanto esperava uma amiga no shopping. 4-Eu quis socar alguns personagens durante a leitura. Outros me fizeram sorrir. 5-Você tem a chance de ler o livro antes dele se tornar um best-seller internacional. Quando o meu netinho vier falar sobre ele no futuro direi: “fui uma das primeiras a ler a obra antes da publicação. Além disso, eu já a conhecia antes de ser famosinha. Batíamos altos papos no pvt do Zpoc.”  6-Clarice Lispector, em um desabafo blasé à revista Literatura em Foco, comentou: “ A maior parte das citações publicadas n...

"Museu dinâmico de arquivo vivo"

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Durante as férias, entre dezembro de 2006 e janeiro de 2007, viajei para São Paulo. Sai daqui de Natal com o propósito de visitar o Museu da Língua Portuguesa, custasse o que custasse!!! Meus amigos atenderam ao meu desejo prontamente, hehe! Fiquei fascinada com o que vi por lá e resolvi partilhar com meus diletos visitantes... Sobre o museu: Data-se a sua inauguração no dia 20 de março de 2006 (ou seja, ele ainda era um bebê quando fui até lá) e sua primeira visitação se deu no dia seguinte. Certa vez, na TV, ouvi a entrevista de uma das organizadoras do museu fazer a seguinte descrição dele: “O Museu da Língua Portuguesa é o que se pode definir como um museu dinâmico de arquivo vivo” (achei tão genial essa descrição, que até resolvi utilizá-la como título da postagem aqui no blog). De fato, o MPL é diferente de qualquer museu que você já visitou, pois utiliza tecnologia de ponta para interagir com o público. O mais legal é que o lugar destina-se a preservação e valorizaç...

O novo acordo ortográfico vem aí... E agora, José?

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Agora é pra valer, desde o raiar de 2009 o novo acordo se encontra entre nós, países de língua portuguesa! As letras K , W e Y ganham espaço no nosso alfabeto... Espaço esse que já existia nos nossos dicionários... Cada uma faz o seu sho w , marcando presença nos K afkas, W agners em todos os K m percorridos e K g engordados... O trema sai de cena, mas garante que nas nomenclaturas estrangeiras de lá ele não sai, de lá ninguém o tira: Gisele Bündchen respira aliviada! E por falar em sair de cena, os acentos tônicos dão no pé, levando consigo os diferenciais, que por sua vez puxam os circunflexos e agudos dos ditongos abertos, de algumas formas verbais e dos hiatos. Ah, o hífen, esse garoto enxaqueca que tá dando o que falar... [ quem não sabia usar, vai continuar sem saber] E agora, José? Desde 1986 o acordo tentava ganhar espaço entre os usuários da língua portuguesa com a finalidade de unificar a forma de escrever nos países lusófonos. Para Evanildo Bechara, um dos principais gr...

De frente com Faraco

Hoje meu post é especial... Acabei de chegar de uma palestra maravilhosa do Prof. Faraco , sim ele mesmo, o cara que escreveu muitos livros nos quais costumamos ter contato durante a vida escolar. O encontro com ele foi de grande valia, pois tive a oportunidade de trocar idéias com alguém que, com certeza, influenciou a minha escolha pela educação. Em conversa, comentamos que muitas palavras que dizemos ao longo da vida deixam marcas e produzem efeitos inesperados aos nossos ouvintes. No caso dele, graças as agradáveis aplicações práticas da gramática no cotidiano sugerida em sua obra, aqui estou licenciada, apaixonada pela literatura e com o nobre objetivo de formar leitores assim como eu, amantes das belas letras. A crônica a seguir, foi comentada por ele durante a nossa conversa e expressa bem o que sinto em relação a influência do professor na vida de um aluno: Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito – como não imaginar que,sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa p...