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Mostrando postagens com o rótulo Reflexão

Começo e f i m.

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Entre um começo e um                                                                                             f i m Uma p(arte) fica outra(s) levam de  m i m. E assim, nesse e t e r n o  (re)começo  e fim transformo em palavras, enfim; esse ciclo em m i m. Fonte da imagem: http://confabulandoimagens.blogspot.com.br/2011/10/o-pintor-plantava.html

Às vezes eu queria morar fora de mim...

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Pra onde fugir das (boas) lembranças que (paradoxalmente) motivam a chuva que escorre pelos olhos? A solução (impossível e improvável, ou uma, ou outra, ou ambas) seria morar fora de mim. Como não posso fazê-lo, fica tudo assim. Se as tempestades naturais passam e se transformam  em bonança, por que não as interiores, aquelas da alma?

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Ele(a) se viam além dos rótulos, pois sabiam que os mesmos impedem de ver o interior. E riram das pessoas que não percebem o óbvio. Imagem

Da espera I

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Retomo as postagens aqui do blog com um post  romanticamente descabelado. (Re)visitei o blog da Mima  e fiquei com vontade de escrever algo semelhante, pois adorei a ideia. Já dizia Guimarães Rosa que " esperar é reconhecer-se incompleto" e de fato é mesmo, ainda mais quando se trata da busca pela pessoa certa, aquela que você passará o resto da sua vida e terá a chave do seu coração. Tudo o que fala a respeito da espera por um amor que vale a pena chama a minha atenção, é inevitável. E eu levanto essa bandeira, pois apesar do mundo atual ser tão conturbado com valores invertidos, a pessoa certa existe! O propósito desse post é listar algumas músicas que a gente pode ouvir enquanto espera ou desfrutar delas caso a pessoa certa já esteja presente em sua vida. Vamos à lista? Love is waiting - Brooke Fraser   Everything - Stacie Orrico   Someday Soon - Francesca Battistelli   Daniel Bedingfield - If you're not ...

Do dente de leão...

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  Achei que criar raízes seria só no chão... Mas descobri que se criam raízes também no coração. (JL Vargas) O dente de leão é uma planta incomum. Não, não vou me deter a descrevê-lo sob a ótica da botânica, biologia ou seja lá qual for a ciência que abarque o seu estudo. Quero poetizá-lo na sua liberdade, singeleza e determinação; pela sua capacidade de fazer vínculos sem fincar raízes, mas paradoxalmente deixando vestígios pelo caminho. Há pessoas dente de leão. Sua presença surpreende, é trazida por um vento que não se sabe de onde veio e nunca sabemos para onde vai. Elas são (in)comuns, imprevisíveis e encantadoras pelo mistério que as envolve. Não se sabe que critérios ela utiliza para escolher de quem ficará perto-longe. Não saber, não entender suas idas e vindas, nunca vai torná-la menos interessante, pelo contrário.  Certa tarde, abri minha janela e o vento da tarde me trouxe um. Eu sorri pra ele e depois daquele dia eu nunca mais fui a mesma, pois ...

Das estações.

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  As estações passam e a medida em que elas mudam de lugar, acompanho o seu ciclo infinito. Deixo-me inundar nas cinzas do inverno para florescer em vários tons de lilás vermelho-alaranjado. Ao mesmo tempo sou a folha que ressecou, caiu e passou a compor o (des)colorido tapete ao chão; o mesmo chão em que os miúdos brincam a pisar, se deliciando com as onomato(pé)ias ruidosas produzidas pelas pisadas de suas meninices. Até que percebo que sou nada, nada mais que uma gotícula de orvalho que brinca de esconder dos raios de sol. Aprendi com a primavera; a deixar-me cortar e voltar sempre inteira. (Cecília Meireles) ***imagem

Quino: desiludido ou realista?

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Quino , o cartunista argentino autor   de    Mafalda , desiludido com o rumo deste século no que diz respeito a valores e educação, deixou impresso no cartoon o seu sentimento: A genialidade do artista faz uma das melhores críticas sobre a criação de filhos (e educação) nos tempos atuais. ***Recebi por e-mail e resolvi postar aqui hoje!

Das pessoas e as caixas...

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"Sofro por causa do meu espírito de colecionador-arqueólogo. Quero pôr o bonito numa caixa com chave para abrir de vez em quando e olhar." (Adélia Prado)   Somos como aquelas caixas, objetos que usamos para guardar coisas; compartimentados, separados por categorias distintas.  Em algum lugar situam-se as boas lembranças; suspeito que fiquem na superfície, pra facilitar o acesso: pessoas que passaram por nós e suas marcas, mais fixas e permanentes do que pegadas na areia e tatuagens; cheiros que insistem em voltar, mesmo quando o frasco do perfume esvaziou; imagens que são projetadas a cada exaustivamente quando a memória aperta o play; sons que fazem a playlist da sua vida; sabores como o inconfundível bolo de laranja e o segredo tumular do tempero que ela colocava no bife acebolado. O que fazemos com as lembranças ruins? Depende de cada caixa. Algumas preferem se amontoar de rancores, dissabores, melancolias. Quando abrimos essas caixas, sentimentos u...

As coisas do alto

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O texto a seguir não é meu. Vale muito a pena ler e refletir a respeito. Mais um ano tá acabando e a esfera desse momento faz com que fiquemos reflexivos e acabamos invadidos por emoções, sensações e lembranças... Que Deus abençoe o ano de 2010 dos meus queridos leitores que durante esse ano me suportaram por aqui! Antes de saborear a leitura abaixo, segue um pensamento de um mestre da literatura (universal, na minha opinião): Vou ensinar o que agorinha eu sei, demais: é que a gente pode ficar sempre alegre, mesmo com toda coisa ruim que acontece acontecendo. (João Guimarães Rosa) As Coisas do Alto " Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus.Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; " (Cl 3: 1 e 2) Não, eu não sou a única pessoa que passou por esse blog e que pelo menos uma dúzia de vezes na vida achou bem compli...

Eu sei, mas não devia

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Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não seja as janelas ao redor. --> E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas logo se acostuma acender mais cedo a luz. E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá pra almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja número para os mortos. E aceitando...

Crise do quarto de vida?

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De vez em quando me pego pensando porque algumas coisas já não mais têm graça, enquanto outras me dão tanto prazer. Meu circulo de amizades é cada vez menor, embora a cada dia conheça novas pessoas, em diversos lugares que freqüento. Há alguns anos eu diria que todos que conheço são “amigos”. O tempo não passou só pra mim, pois está cada vez mais complicado reunir os amigos que partilharam do meu passado. Cada um foi pra um lado, trabalho, estudos, casamento e namoro estão entre os motivos mais freqüentes de tantos desencontros. Vamos marcar? Vamos mesmo! Os dias, as semanas, os meses, os anos passam e ninguém marca coisa nenhuma. Os encontros passam a ser casuais. E olhe lá! As aglomerações já não têm mais graça. Encarar o show da sua banda preferida, no meio do povão é quase insano. Percebo que os grupinhos da escola eram passageiros e que os amigos de verdade de alguma forma me acompanharam em momentos posteriores e outros podem até não ter feito isso, mas descobri que são e...

Encerrando ciclos...

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Hoje o post não é de minha autoria, mas tá valendo... O texto a seguir é um daqueles que circulam na rede e não sabemos quem de fato é o autor. Alguns atribuem ele a Paulo Coelho, Fernando Pessoa, etc, etc... A autoria não é o mais importante e sim a mensagem, pois nos faz pensar! Encerrando Ciclos Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver… Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram… Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu… Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram c...

Por uma educação saborosa... E por que não?

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--> A escola é supostamente o lugar dos saberes...Será mesmo? A relação ensino-aprendizagem é a questão mais discutida no meio acadêmico, pois existem aqueles que almejam um ensino saboroso. Eu me enquadraria nesse meio, até por que durante minha vida escolar senti aquela incomoda sensação: para que serve isso na minha vida?Essas coisas passavam pela minha cabeça até mesmo nas aulas de língua portuguesa, quando me vi diante de regras infinitas e inatingíveis. Acredito que haverá ensino-aprendizagem eficiente a partir do momento em que o professor se colocar no lugar do aluno e ver se a aula que está preparando seria saborosa aos seus olhos. A partir dessa reflexão, as mudanças seriam válidas e a parte interessada, o aluno, sentiria prazer no ensino e perceberia o sentido prático do que aprendeu na escola. A educação deveria ter o primeiro lugar na ordem de prioridades do governo. Ela é a chave para a solução de muitos problemas que temos hoje. O que eu tenho a ver com iss...