12 de agosto de 2013

Memórias (doces) da minha adolescência: Cris e Ted

 
 
 
 
- Sabe, Kilikina? Há muito tempo que eu estava orando para que nós dois estivéssemos juntos assim.
Descansando a cabeça no seu ombro, Cris respondeu:
- Eu também tenho pedido isso a Deus, Ted. Lembra quando você, um dia desses, disse que era tempo de nos alegrarmos?
- Lembro, replicou ele em voz baixa e doce.
- Acho que sei uma expressão melhor.
- É? Qual?
- Amar. Para nós, agora é tempo de amar.
Aconchegada a ele, Cris sentia vibrar dentro de si o eco harmonioso de suas palavras.
- Gostei dessa. Tempo de amar.
Juntos contemplaram o pôr-do-sol, cada qual ouvindo a respiração firme do outro e sentindo o calor um do outro.

Em "Tempo de amar"
 
O trecho acima foi retirado  daqui.

21 dias com Elizabeth Elliot: Nada é meu (19)

 "If we hold tightly to anything given to us unwilling to allow it to be used as the Giver means it to be used we stunt the growth of...

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