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Mostrando postagens com o rótulo Fernando Pessoa

"Museu dinâmico de arquivo vivo"

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Durante as férias, entre dezembro de 2006 e janeiro de 2007, viajei para São Paulo. Sai daqui de Natal com o propósito de visitar o Museu da Língua Portuguesa, custasse o que custasse!!! Meus amigos atenderam ao meu desejo prontamente, hehe! Fiquei fascinada com o que vi por lá e resolvi partilhar com meus diletos visitantes... Sobre o museu: Data-se a sua inauguração no dia 20 de março de 2006 (ou seja, ele ainda era um bebê quando fui até lá) e sua primeira visitação se deu no dia seguinte. Certa vez, na TV, ouvi a entrevista de uma das organizadoras do museu fazer a seguinte descrição dele: “O Museu da Língua Portuguesa é o que se pode definir como um museu dinâmico de arquivo vivo” (achei tão genial essa descrição, que até resolvi utilizá-la como título da postagem aqui no blog). De fato, o MPL é diferente de qualquer museu que você já visitou, pois utiliza tecnologia de ponta para interagir com o público. O mais legal é que o lugar destina-se a preservação e valorizaç...

Cartas ridículas,escritores idem

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Quem nunca escreveu uma carta de amor (ridícula) atire a primeira pedra! Se as cartas são ridículas, pode-se concluir que os seus autores também o são. Não importa a idade, o sexo, a classe social, todos somos ridículos quando escrevemos cartas de amor. O amor torna toda e qualquer carta ridícula. Quando se está amando, nos tornamos uma mistura contraditória de razão e emoção. Cada palavra escrita forma sentenças que ganham tom de lirismo. É como se em cada palavra o escritor quisesse se materializar para o ser amado. Há quem diga que as cartas de amor estão fora de moda. O advento da tecnologia dos emails e sms calou a voz dos amantes descabelados? Creio que não! No que diz respeito ã agilidade, os correios eletrônicos são mais vantajosos e são tão receptivos ã linguagem dos apaixonados quanto às cartas manuscritas. É possível ser romântico atualmente, isso nunca sairá de moda. Fernando Pessoa, através do seu heterônimo Álvaro de Campos, escreveu o seguinte:...