19 de abril de 2017

21 dias com Elizabeth Elliot: Nada é meu (19)


 "If we hold tightly to anything given to us unwilling to allow it to be used as the Giver means it to be used we stunt the growth of the soul. What God gives us is not necessarily “ours” but only ours to offer back to him, ours to relinquish, ours to lose, ours to let go of, if we want to be our true selves. Many deaths must go into reaching our maturity in Christ, many letting goes."
“Se nos segurarmos com força a qualquer coisa dada a nós, sem a disposição de deixar isso ser usado como o Doador quer que seja, então tolhemos o crescimento da alma. O que Deus nos dá não é necessariamente ‘nosso’ mas somente nosso para devolver a Ele, nosso para renunciar, nosso para perder, nosso para deixar ir, se quisermos ser quem verdadeiramente devemos ser. Muitas mortes devem acontecer para atingirmos maturidade em Cristo, muitos ‘deixar ir’.” (Elisabeth Elliot, Passion and Purity, traduzido pela Francine Walsh)
“Considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por cuja causa perdi todas as coisas.” (Filipenses 3:8,9)

“‘O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor’.
Em tudo isso Jó não pecou nem de nada culpou a Deus.” (Jó 1:21,22)
Uma das coisas que eu mais temo é o futuro. O que ele me reserva? O que eu irei perder ou ganhar? Muitas questões passam pela minha cabeça, mas aí eu lembro daquela frase do Abraham Kuyper que diz: “Não há um único centímetro quadrado em todos os domínios da existência humana sobre o qual Cristo, que é soberano sobre tudo, não clame: é meu!” e ela me faz estremecer pela sua grandiosa verdade. Sim! Deus é soberano sobre todas as coisas e nada, absolutamente nada é nosso; tudo é d'Ele! Quanta ingenuidade pensarmos que temos o controle do que quer que seja. O que me conforta é que o Senhor que reina soberano sobre tudo é o meu Pai e sabe executar todas as coisas para o nosso bem. Soli Deo Gloria!

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18 de abril de 2017

21 dias com Elizabeth Elliot: Caminha (20)


"I do know that waiting on God requires the willingness to bear uncertainty, to carry within oneself the unanswered question, lifting the heart to God about it whenever it intrudes upon one’s thoughts. Its easy to talk oneself into a decision that has no permanence – easier sometimes than to wait patiently." 
"Eu sei que esperar em Deus requer a disposição de suportar a incerteza, de carregar dentro de si mesmo a pergunta sem resposta, levando o coração a Deus sobre ela sempre que invadir os pensamentos. É fácil se convencer de uma decisão que não tem permanência - mais fácil, por vezes, do que esperar pacientemente.” (Elisabeth Elliot, Passion and Purity, tradução pela Francine Walsh)


“Uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.” (Filipenses 3:13,14)


 “Disse então o Senhor a Moisés: “Por que você está clamando a mim? Diga aos israelitas que sigam avante.” (Êxodo 14:15)
 Quem gosta de esperar? Vivemos uma época das facilidades e da rapidez de resolver tudo em um clique. A espera em Deus não não deve nos fazer paralisar; o propósito não é nos fazer aguardar que as coisas caiam do céu. Ele mesmo manda que nós caminhemos, independente das circunstâncias, pois Ele está ao nosso lado o tempo todo.






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17 de abril de 2017

21 dias com Elisabeth Elliot: Frustrações e lições (21)

"I realized that the deepest spiritual lessons are not learned by His letting us have our way in the end, but by His making us wait, bearing with us in love and patience until we are able to honestly to pray what He taught His disciples to pray: Thy will be done."

“Eu percebi que as lições espirituais mais profundas não são aprendidas quando [Deus] nos deixa ter tudo o que queremos no final, mas quando Ele nos faz esperar, suportando-nos em amor e paciência até que sejamos capazes de honestamente orar o que [Jesus] ensinou Seus discípulos a orar: Seja feita a Tua vontade.” (Elisabeth Elliot, Passion and Purity, traduzido pela Francine Walsh)



“Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança.” (Romanos 5:3,4)
Os melhores ensinamentos que Deus me deu foram nos momentos mais sufocantes da vida. No exato momento do ocorrido costumamos nos sentir meio perdidos e frustrados, mas depois que a tempestade acaba as coisas fazem sentido. Nem sempre a tormenta vai cessar, nem sempre entenderemos a razão de inúmeras frustrações, porém, i final sempre será proveitoso. Foi assim com José, quando vendido pelos seus irmãos; foi assim com Jó quando os sofrimentos vieram sobre a sua vida ao ponto de perder tudo o que ele tinha; tantos homens e mulheres piedosos da Bíblia que sofreram frustrações e por que conosco seria diferente?


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21 dias com Elizabeth Elliot: Nada é meu (19)

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