Era uma vez um a r t i s t a que era tão fascinado pela a r t e e suas diversas formas de expressão que um dia amanheceu metamorfoseado em c a n ç ã o. (Débora Oliveira)
...as palavras não são mais concebidas ilusoriamente como simples instrumentos, são lançadas como projeções, explosões, vibrações, maquinarias, sabores: a escritura faz do saber uma festa. (...) a escritura se encontra em toda parte onde as palavras têm sabor (saber e sabor têm, em latim, a mesma etimologia). (...) É esse gosto das palavras que faz o saber profundo, fecundo.
Adoro quando estou andando por aí e me vem na cabeça um insight desses. Essa micro-conto vale um sorriso.
ResponderExcluirE bota insight nisso, esse aí me veio a cabeça no ônibus. Por sorte eu tinha um papel pra anotar, haha. Obrigada, Dani. :)
ResponderExcluirEu gosto de blogs que dão créditos pras imagens. #Comentário aleatórião
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