2 de agosto de 2011

Das estações.

 



As estações passam e a medida em que elas mudam de lugar, acompanho o seu ciclo infinito.

Deixo-me inundar nas cinzas do inverno para florescer em vários tons de lilás vermelho-alaranjado.

Ao mesmo tempo sou a folha que ressecou, caiu e passou a compor o (des)colorido tapete ao chão; o mesmo chão em que os miúdos brincam a pisar, se deliciando com as onomato(pé)ias ruidosas produzidas pelas pisadas de suas meninices.
Até que percebo que sou nada, nada mais que uma gotícula de orvalho que brinca de esconder dos raios de sol.


Aprendi com a primavera; a deixar-me cortar e voltar sempre inteira. (Cecília Meireles)
***imagem

4 comentários:

Nathi disse...

Há tempo pra tudo debaixo do sol.
E encima da cama, é sempre tempo de preguiça..
E na grama do parque, é sempre tempo de sonhar..
E no calor do abraço, é sempre tempo de amar!

Mme. S. disse...

Adorei esse pessoal cantando menina. E o legal é que leio você aqui falando de primavera e hj mesmo tava falando com uma amiga sobre minha espera lenta para o reflorescer.
Um cheiro e um buquê de fantasias para vc viu?

Mylena Oliveira disse...

Belo amiga! Voltando com força total!!
A música é super tb!
Xerooo

Vinícius Fernandes disse...

Muito inteligente o texto. primeira!

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