8 de julho de 2009

6° Mito: " Escrever é um ato autônomo, desvinculado das práticas sociais"


Todo e qualquer ato da escrita faz parte das práticas sociais. Anteriormente vimos que a nossa civilização ocidental é regida pela escrita."Pela escrita estamos atuando no mundo, estamos nos relacionando com os outros e nos constituindo como autores, como sujeitos de uma voz."(GARCEZ, 2001).


Ao produzir textos, reorganizamos o pensamento e o nosso interior. Ao escrever  descobrimos quem somos, o que pensamos, o que queremos e em que acreditamos.

Saber escrever é ser capaz de compartilhar práticas sociais nas mais variadas situações. Para cada situação, desejo, objetivo e necessidade existe um gênero textual adequado.O produtor de texto precisa ter a sensibilidade para saber "quando cada um deles é adequado, em que momento e de que modo deve utilizá-lo."
Uma monografia é um gênero próprio da academia, um trabalho de conclusão de curso e jamais serviria como orientação para fazer compras no supermercado.



"Para quem gosta de 'dicas'

É IMPRESCINDÍVEL:
  • ESCREVER TODOS OS DIAS. ANOTAÇÕES DE AULA, DIÁRIO, RESUMOS DE LEITURAS, TEXTOS COM SUAS OPINIÕES ACERCA DE ACONTECIMENTOS, CARTAS, BILHETES, PROJETOS...
  • ACREDITAR QUE VOCÊ PODE ESCREVER BEM, ESTÁ MELHORANDO E QUE VAI CHEGAR LÁ IMPULSIONA O APERFEIÇOAMENTO.
  • SER AUTOMOTIVADO, DEIXAR A PREGUIÇA DE LADO E SE ESFORÇAR.
  • QUERER SABER MUITO MAIS, IR MAIS PROFUNDAMENTE ÀS QUESTÕES. NÃO SE PODE FICAR SATISFEITO COM 'DICAS' ISOLADAS E FRAGMENTADAS.
  • CONSIDERAR A ESCRITA COMO UMA HABILIDADE IMPORTANTE PARA O NOSSO SUCESSO PROFISSIONAL.
  • RECONHECER QUE PELA ESCRITA PARTICIPAMOS MAIS DO MUNDO.
  • LER MUITO, LER DIVERSOS TIPOS DE TEXTO, LER MELHOR A CADA DIA."
E não esqueça:

As palavras têm sabor!
Fonte: GARCEZ, L. H. do Carmo. Técnica de redação: o que é preciso saber para bem escrever. São Paulo: Martins Fontes, 2001.

4 comentários:

Nathi disse...

Tenho escrito mais constantemente.
E fique feliz pois a senhorita tem participação nessa minha mudança!

Obrigada por todas as dicas até agora!
São muuito úteis!

Beijinhos* Nathi

Ps:Estou com saudades dos contos que costumavas contar.

Mauro Castro disse...

Vou anotar essas dicas...
Há braços!!

Mimi disse...

Humm, que diquinhas legais! =*

Alexandre disse...

A infinita diversidade da realidade única nos obriga à análise das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Tendo em vista a extrema limitação dos meios empregados (como Husserl advertiu), o fenômeno da compulsão da repetição auxilia a preparação e a composição da fundamentação metafísica das representações. Assim mesmo, a teoria de Fliess exige a precisão e a definição do sistema de conhecimento geral.

No entanto, não podemos esquecer que o novo modelo estruturalista aqui preconizado cumpre um papel essencial na formulação das posturas dos filósofos divergentes com relação às atribuições conceituais. Do mesmo modo, a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno garante a contribuição de um grupo importante na determinação das novas teorias propostas. A prática cotidiana prova que a consolidação das estruturas psico-lógicas reduziria a importância dos paradigmas filosóficos. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o conceito de diáthesis e os princípios fundamentais de rhytmos e arrythmiston facilita a criação do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades lógico-estruturais.

Como Deleuze eloquentemente mostrou, o início da atividade geral de formação de conceitos é consequência de uma abordagem dogmática a respeito das direções preferenciais no sentido do progresso filosófico. Acabei de provar que o desafiador cenário globalizado criaria um conflito no interior de uma metafísica da presença? Cabe ao leitor julgar. Se estivesse vivo, Foucault diria que o nominalismo enquanto princípio teórico acarreta um processo de reformulação e modernização do processo de comunicação como um todo. Pretendo demonstrar que a expansão dos mercados mundiais pode nos levar a considerar a reestruturação das coisas e o melhor dos mundos possíveis.

21 dias com Elizabeth Elliot: Nada é meu (19)

 "If we hold tightly to anything given to us unwilling to allow it to be used as the Giver means it to be used we stunt the growth of...

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