28 de outubro de 2012

Às vezes eu queria morar fora de mim...



Pra onde fugir das (boas) lembranças que (paradoxalmente) motivam a chuva que escorre pelos olhos?
A solução (impossível e improvável, ou uma, ou outra, ou ambas) seria morar fora de mim.
Como não posso fazê-lo, fica tudo assim.
Se as tempestades naturais passam e se transformam  em bonança, por que não as interiores, aquelas da alma?

4 comentários:

Mimi disse...

Que bonito, Debbie.

Rita Ribeiro disse...

As da alma também passam.

Adorei, Débora! :)
Bjs

Nathi disse...

Olá, querida professora!

Saudades de você e deste lugar delicioso que está de cobertura
nova e cada vez mais doce!

Como vai este coração? Ainda inundado?
Espero que a bonança já a tenha alcançado.
E que depois daí ela venha visitar os corações destas terras de cá que andavam sedentos e agora têm se afogado.

Mil beijos

Débora Oliveira disse...

Oi, fofura! Saudade de te ver por aqui, volte mais vezes. E sim, o coração tá bem agora,obrigada. =)
Bjão

21 dias com Elizabeth Elliot: Nada é meu (19)

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